terça-feira, 19 de março de 2013
Encantamento
Todos os dias ela ia para a praça mais famosa da cidade esperar pelo dia em que o principe apareceria, todo os dias, durante muitos anos, ela não se cansava, acreditava realmente que esse dia chegaria, até que durante o tempo que ela passava na praça fez amizade com um plebeu que também estava ali pelo mesmo motivo, a procura da princesa, uma mulher perfeita, que nunca o magoria e que retribuiria seu amor na mesma intensidade. Eles tornaram-se grandes amigos, ele a cativava imensamente, e ela era a pessoa mais encantadora que ele conhecera, eles continuavam em busca do príncipe e da princesa tão idealizados, e a amizade entre eles aumentava cada dia mais.
Um dia ele cansou de esperar, decidiu parar de procurar uma amante perfeita, cansara de procurar o amor, ela então o incentivava, ela realmente acreditava que cada um tinha o par pefeito, a outra metade da laranja, mas nada o convencia, então ele foi embora.
Ela continuou indo a praça, mas nada estava igual, faltava algo lá, algo que ela não sabia o que era, mas faltava algo, um dia uma fada surgiu para ela e disse: Minha cara, seu príncipe encantado sempre esteve ao seu lado, mas ele estava coberto por um encanto, o encanto da amizade. Ela ciente do grande erro que havia cometido, foi atrás do grande amigo que havia feito na praça e que era o verdadeiro principe que ela procurava, mas ela nunca o encontrou.
Alguns dizem que ele também a amava, mas foi embora pelo fato dela nunca ter correspondido, outros dizem que eles eram apenas bons amigos, e nada mais, a minha mãe preferia dizer que eles eram bons amantes, não namorados, mas amigos, bons e grandes amigos, que se amavam mas estavam cegos pela procura do perfeito.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Esta semana tive a oportunidade de ler um ótimo texto no blog de um Professor, me permita divulgar o blog “O Trovante”, é muito bom! Mais voltando ao assunto, quando terminei de ler o texto postei um comentário que dizia que o texto me lembrava de uma musica de Roberto Carlos, comentei o quanto é bom,e me despedi.
Passados alguns dias, na saída da aula o Professor comentou comigo que realmente o texto escrito por ele, era baseado na musica, pois foi escrito em um dia que ele acordou com a musica na cabeça. Achei interessante mais até aí tudo bem. Porém, quando estava dentro do carro, parei para pensar e uma imensa inveja me invadiu, poxa o cara acorda com a musica do Roberto Carlos na cabeça! Eu ao abrir os olhos tenho ouvido “ Eu quero thu, eu quero tha, eu quero thu, tha, tha”, quando não é “ Agora eu fiquei Doce,doce,doce...”, Não é brincadeira não, estas musicas são praga, prega na cabeça e não sai! Tudo bem que o gosto musical do professor é mais requintado que o meu. Eu costumo dizer que em matéria de musica eu sou que nem Peão pra comida, come de quase tudo. Mais devo dizer que ultimamente tenho achado uns jilós e chuchus por aí! Musicas que não nos dizem nada de bom, e são intragáveis. E as letras com duplo sentido! Estão tomando conta de todos os estilos. Lembro da primeira vez que ouvi uma musica com duplo sentido, quem cantava era Gino e Geno e dizia assim “ talcu no salão, talcu no salão , pro forro ficar cheiroso e ter mais animação”, é cômico, mais perto das que hoje tem feito sucesso, esta me parece até “infantil”. Devo admitir que a culpa é nossa, sem duvida que é! Prova disto são as Rádios, que tocam o que o Povo pede, e o que se pede, é sempre mais do mesmo. Meu medo é que as gravadoras parem de lançar Cantores de Musicas boas, e acabem por deixar a qualidade musical no passado, ou será que isto já esta acontecendo! Bom eu que me deparei com a minha pobreza musical, prometo para mim mesma, que farei a minha parte! De agora pra frente Comprarei CDs, em vez de ouvir a Radio.
Aceito indicações!
Poliana de Matos Garcia. Cacoal 26/02/2013.
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
De lingerie x babando no sofá

segunda-feira, 10 de outubro de 2011
a ultima musica
Gostaria tanto de estar aqui relatando sobre as doutrinas Juridicas que tenho lido, mais por enquanto esta realidade não me pertence , ainda me encontro muito “verde” para tecer comentários sobra esta área que tanto me interessa.
Então vou contar para vocês de um livro que li este final de semana “ a ultima musica” o livro é bom, seria maldade minha dizer que não, mais é um romance comum no que diz respeito ao casal principal, porem o enredo da família, o drama que envolve a filha e o pai é muito bom, na verdade é o ponto auto deste livro. É um livro com um perfil para adolescente, por isto mesmo tem uma responsabilidade maior com relação aos princípios Moraes que é passado para esta turma que absorve tudo de bom ou ruim que Lê.
O Livro destaca o drama de uma família, que tem pouco tempo para se perdoar e se amar, e sobre tudo tem a historia brilhante de um pai que ensina que o melhor maneira de educar é amando, amando e amando.
terça-feira, 28 de junho de 2011
Faz tempo que não escrevo, muito mudou no mundo e na minha vida, mais tirando os tombos e os escorregões, está tudo certo.
Mais o que me faz hoje voltar a escrever é alem da necessidade de praticar, a vontade de comentar um livro que estou lendo. Não vou hoje dizer o titulo deste livro por que ainda não decidi se ele vale apena ser indicado, apesar de ninguém ler este blog, vai que ocorre um milagre né rsrsr.
Bom voltando ao livro, eu primeiramente não quero criticar o autor, pois me falta capacidade para tanto, mais o que me deixa chateada, não só com este livro mais com alguns outros que li, é a forma pejorativa que falam e tratam o sexo. Ocorre mais ou menos assim; A Narrativa conta detalhes da personalidade dos personagens, explica os motivos do drama, tudo com uma beleza, que não se aplica quando se fala do sexo. Concordo que nem toda relação sexual é amor, mais também não diria que é “ trepar, fuder, meter etc” , pois é bem assim que está sendo tratado a relação sexual. Com toda esta vulgaridade.
Sei que isto é um reflexo da própria sociedade, porém não concordo que os autores repitam este comportamento nos seus livros, eu entendo como uma falta de responsabilidade.
Hoje os intelectuais, escritores, poetas e formadores de opinião, dão muito valor a educação, a literatura, as ciências, mais não tem a mesma prudência com as questões Moraes. É uma pena, principalmente por que acabam enfatizando um comportamento que deveria ser corrigido.
Poliana M Garcia 28/06/20011
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
ser feliz
Eis uma ordem preciosa: seja feliz! Quantas vezes dizemos isso uns aos outros, desejando, intensamente, que se torne realidade?
Em verdade, cada um de nós deveria ter como meta, em sua vida, ser feliz.
Quase sempre, criamos infelicidade para nós mesmos, através de nossas atitudes.
E, no entanto, nunca se falou tanto, como na atualidade, em ser feliz, em conquistar valores positivos. Parece ser a tônica do momento.
Parece que as pessoas estão descobrindo o propósito da Divindade para conosco.
O mundo não é um local onde nascemos para sofrer, embora o sofrimento possa fazer parte de nossas vidas.
Não é um local onde viemos somente para nos esfalfarmos em conquistas materiais, mesmo que necessitemos trabalhar para nos sustentarmos, para adquirirmos certo conforto.
O importante é se ter a certeza que podemos melhorar muito nossa qualidade de vida, se desejarmos.
Vejamos algumas dicas.
Não se preocupe, em demasia. Quem se estressa o tempo todo, pode desencadear problemas cardíacos. E não consegue ver o lado bom das coisas.
Concentre-se e termine. Isto é, faça uma coisa de cada vez. Termine uma tarefa e depois passe para a seguinte.
Não queira fazer muitas coisas ao mesmo tempo.
O Mestre de Nazaré, há mais de dois milênios, prescreveu que a cada dia bastam as suas próprias preocupações.
Mande a raiva embora. Ela faz as artérias se contraírem, a taxa de batimentos cardíacos disparar e deixa o sangue mais grosso e fácil de coagular.
Quando tiver que enfrentar alguma situação exasperante, conte até dez. Isso faz o cérebro passar da emoção para o pensamento racional.
Respire fundo. Pense e não reaja.
A Sabedoria Nazarena prescrevia que perdoássemos aos nossos inimigos.
Cuide do lado espiritual. Você pode participar de determinada religião, exercitar a sua fé. Ou pode meditar, passar algum tempo sozinho, prestar serviços a uma boa causa.
Lecionava Jesus: Amai o vosso próximo como a vós mesmos.
Controle as imagens do cérebro. Não exagere nas observações e não alimente ideias negativas.
Não alimente a sua carga emocional com pensamentos como: Esse emprego vai me matar.
Sorria. Ria. Ouça música alegre. Isso relaxa os vasos sanguíneos e aumenta o fluxo do sangue. Seu corpo se sentirá melhor.
Recomendava o Nazareno: Alegrai-vos...
Alimente a sua mente com coisas positivas. Escolha leituras que lhe façam bem, que o motivem à serenidade, a reflexões altruístas.
Sábio foi o Mestre Jesus nos conclamando a que tivéssemos vida e vida em abundância. Isto quer dizer, qualidade de vida, que contempla o espiritual, o emocional, o físico.
Pensemos nisso e alteremos nossa forma de nos conduzir nesta Terra. Em pouco tempo, sentir-nos-emos mais leves, felizes, tudo olhando com as lentes positivas de quem está disposto a contribuir para a paz do mundo que, sempre, começa na nossa própria intimidade.
Redação do Momento Espírita, com dicas extraídas
do artigo Um coração saudável em meia hora,
de Seleções Reader’s Digest, de abril de 2010.
Em 06.10.2010
terça-feira, 5 de outubro de 2010
O melhor perfume do mundo
Certa feita, a menina, maravilhada com os frascos de perfume da mãe sobre a bancada, se admirava com aquelas diferentes formas e cheiros. Experimentava um e outro, reconhecendo sua mãe em cada um deles.
A cada essência, ela embarcava em uma viagem de lembranças e sonhos, brincando com cada nova experiência olfativa. Foi embalada pela imaginação, que ela surpreendeu a mãe com uma pergunta, dessas que os adultos preferem classificar de ingênuas, quando, na verdade, de tão profundas nos atordoam.
Mãe, qual será o perfume do amor?
A mãe aturdida, ficou a se questionar: Afinal, terá o amor a sua essência?
Enquanto a indústria de perfumes gasta milhões no desenvolvimento de novas fragrâncias, buscando essa ou aquela nota diferente para compor novos aromas, a fim de agradar aos consumidores, há que se perguntar: Será que conseguimos sintetizar o perfume do amor?
Quando nos lembramos do cheiro da comida gostosa com que a avó nos esperava nos finais de semana, ou nos dias de férias na sua casa, não será essa a fragrância do amor?
Ou quando a mãe aninha o filho ao colo, para curar-lhe as dores do mundo, seja um arranhão no joelho ou o medo de dormir no escuro, não estará ela perfumada e perfumando com seu amor?
Quando tantos saem de suas casas nas horas vagas, com a intenção de ir aos asilos brincar com crianças em orfanatos, visitar o desconhecido sozinho em um hospital, não estarão eles exalando o mesmo perfume, o perfume do amor?
A essência mais rara, mais nobre é aquela que todos nós conseguimos sintetizar no laboratório do coração. Não há ninguém que não consiga vestir-se com o perfume do amor, a fim de perfumar a vida.
Todas as vezes que saímos do casulo do nosso egoísmo ou das preocupações unicamente pessoais, estamos nos impregnando com essa rara essência.
E o perfume do amor é tão sutil quanto marcante. Ao mesmo tempo que não percebemos quando ele nos chega, ao nos deixarmos impregnar por sua essência, nunca mais esqueceremos a lembrança e as marcas que nos deixa na alma.
A essência do amor tem a magia de não nos perfumar externamente, para logo no próximo banho nos deixar.
O amor, ao nos contagiar, perfuma-nos a alma e, enquanto estivermos por ele impregnados, iremos perfumando os caminhos que percorrermos.
* * *
Experimente deixar-se inundar pelo perfume do amor. Permita que ele penetre a intimidade de sua alma, experienciando uma das maiores venturas da vida, a de amar indistintamente, somente pelo prazer de perfumar a vida de outrem.
E não se engane. Não lhe faltam oportunidades. Onde você estiver, a vida sempre lhe oferece a chance de sair do seu mundo, para, estendendo a mão ao próximo, conseguir perfumar-se pelo amor.

